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O QUE É?

 

DHA ou Ácido docosahexaenóico é um ácido gordo polinsaturado ÓMEGA-3, considerado essencial e vital para o ser humano, pelo fato do organismo, ser incapaz de o sintetizar, isto é, ou na dieta se inclui quantidades suficientes de ómega-3 ou tem de ser suplementado.

Os ácidos gordos polinsaturados são necessários para o bom funcionamento fisiológico, incluindo o transporte de oxigénio, o armazenamento de energia, a constituição da membrana celular e a regulação da inflamação e da proliferação celular. O DHA é o componente crítico da membrana celular no cérebro e na retina, estando envolvido na função cerebral e visual.

 

QUAIS OS EFEITOS NO SISTEMA IMUNITÁRIO DA CRIANÇA?

A prevalência de doenças alérgicas no primeiro ano de vida da criança tem aumentado desde os últimos trinta anos nos países industrializados e estima-se que seja de, pelo menos, 20%. Os padrões da doença alérgica variam de acordo com a idade, sendo que o pico da incidência de alergias alimentares e dermatite atópica ocorre no primeiro ano de vida, ao passo que a asma e a rinite alérgica continuam a aumentar até aos quinze anos de idade, aproximadamente. O rápido aumento das doenças alérgicas, dentro de uma ou duas gerações, é o resultado de alterações genéticas da população, que muito provavelmente estão relacionadas com variações ambientais. Este aumento coincide com mudanças a nível alimentar, favorecendo o incremento da ingestão de ómega-6 e diminuindo a ingestão de ómega-3. A modificação do balanço ómega-6/ómega-3 pode estar relacionada com uma maior prevalência da doença alérgica na infância.

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BENEFÍCIOS NOS BEBÉS e CRIANÇAS?

 

Diversos estudos comparativos efetuados com grupos de crianças que não tomavam DHA e outros que incluíam DHA na sua aliamentação referem que, o grupo que incluiu na sua alimentação DHA, registou uma redução significativa:

 

- ao nível da desordem da coordenação motora;

- da ansiedade;

- de problemas comportamentais;

- hiperatividade;

- distúrbios de sono;

- agressividade;

- diabetes infantil;

- obesidade

- stress;

 

Foi registado também uma evolução e aumento relativamente a:

 

- Concentração

- Aprendizagem

- Memória

- Serenidade

- Acuidade visual

 

 

BENEFÍCIOS NAS GRÁVIDAS e LACTANTES?

 

Alguns investigadores mediram os níveis sanguíneos de DHA no cordão umbilical dos bebés. A concentração de DHA no cordão umbilical é um bom indicador da exposição intra-uterina ao ómega-3 durante o último trimestre de gestação, um período crucial para o desenvolvimento de neurões e fotorrecetores da retina. É importantíssimo suplementar nesta fase da gravidez. Segundo o European Consensus Group, as mulheres grávidas e lactantes devem consumir em média, pelo menos 200 mg de DHA/dia.

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Em 2004 a US Food and Drug Administration (FDA) emitiu um alerta para que todas as mulheres grávidas limitassem o consumo de peixe a 340 g por semana, de forma a evitar ao máximo a exposição do feto a neurotoxinas. Ao contrário do ómega-6, do ferro, do iodo e da colina, que não se alteram na presença de metilmercúrio, o efeitos do DHA são neutralizados na exposição a elevados níveis de mercúrio (peixe-espada, cação, truta, tubarão, atum-branco, normalmente os bifes de  atum, linguado e peixes de qualquer espécie de tamanho muito grande). A consequência da contaminação do bebé é o desenvolvimento de problemas cognitivos, geralmente sem cura – apenas tratamento. Dentre elas, está o autismo, uma alteração que afeta a comunicação, socialização e comportamento do ser humano.

 

 

 

 

Não querendo fazer nenhuma publicidade, mas estes suplementos são de marcas seguras 

 

Para as mamãs NÃO VEGETARIANAS:

 

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Este suplemento é bom, existem marcas de pouca confiança, onde reside o perigo de encontrar-mos óleos de peixe, rançosos ou com excesso de toxinas, tenha muita atenção na hora da compra.

 

 

Para as mamãs VEGETARIANAS

PARA MIM, DOS MELHORES, MESMO PARA AS NÃO VEGETARIANAS, é preferível não correr o risco com os óleos de peixe e preferir as algas

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Este suplemento pode ser administrado também a crianças vegetarianas, basta abrir a cápsula e juntar o óleo à papinha do bebé, dependendo da idade, varia a quantidade. Para os mais pequenos, meia cápsula por dia, para os pais crescidos meia cápsula de manhã e outra metade, ao jantar. Uma consulta com um terapeuta certificado é sempre uma melhor opção.

 

Para as bebés e crianças NÃO VEGETARIANAS:

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FONTES ALIMENTARES DE ÓMEGA-3:  Algas, sementes de CHIA, sementes de LINHAÇA, sardinha, salmão, vegetais de folha verde escura, como o agrião, brócolos, couve-de-bruxelas e espinafres,etc.

 

SINAIS DE DEFECIÊNCIA: Comportamentos agressivos, dislexia, dificuldade em dormir, obesidade, hiperatividade, dificuldade de concentração, risco de parto prematuro, depressão pós parto, doenças auto-imunes (esclerose múltipla, psoríase, etc.), alergias, défice de atenção, descordenação motora, retardo no crescimento, falta de apetite, fraqueza, depressão infantil.

 

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